Graça

Era um dia de Sol, calor, perfeito para fazer o roteiro que já andava planeado há semanas e semanas. Já tinha sido adiado mais que uma vez pelo mau tempo e claro pela minha inevitável preguiça também. Não podia continuar sem adiar mais uma semana e então fui ter com a Cláudia a Anjos, rumo à Graça, para o nosso ponto de partida da longa caminhada.

Depois desta subida, onde foi também possível ver a icônica Pão de Forma, e andando mais alguns minutos a pé, chegámos à nossa primeira paragem!

 

Miradouro de Nossa senhora do monte

Para primeira paragem não podia desejar melhor vista sobre Lisboa. Daqui é possível ver o grande plano da Menina e Moça. Desde o Castelo de S Jorge, mais à esquerda, até à zona circundante do centro de Lisboa, avistando ainda a outra margem do rio.

 

 

Jardim da Cerca da Graça

Situado na Graça e com ligação à Mouraria este jardim proporciona um excelente retiro na zona histórica. Existe relvado onde podemos deitar-nos e um quiosque para pequenas refeições ou bebidas. Podemos ainda desfrutar da vista privilegiada no coração de Lisboa.

Miradouro Sofia Mello Breyner

Seguiu-se mais um Miradouro, o da Sofia Mello Breyner, junto à Igreja da Graça. Proporciona também uma vista ampla sobre Lisboa e onde se pode petiscar.

 

Igreja da Graça

Fizemos uma pausa para visitar a Igreja da Graça e também o seu Pátio. Tem sofrido obras de requalificação, conta com bonitos altares e tivemos a sorte de ver uma exposição de figuras artesanais no seu interior.

 

Jardim Botto Machado

Seguimos caminho por este Jardim, onde podem encontrar um circuito de manutenção, uma boa área verde e um ambiente descontraído que convida a relaxar. Com uma vista num plano elevado sobre a Feira Ladra, onde fomos a seguir.

 

Feira da Ladra

Não conhecia esta feira e acabou por se cruzar no nosso caminho. Podemos encontrar de tudo à venda, desde arte e artesanato até a telemóveis e computadores. Existem também muitas antiguidades e outros artigos, possivelmente de origens duvidosas.

 

O registo deste passeio acabou numa rua que emoldurava o Panteão naquela a que apelidámos de “Lisboa Profunda”.

Daqui partimos para a Mouraria, Santa Apolónia e Baixa de Lisboa.